quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Loner (Young Lights)
Are you back to tease me?
Have you returned just to leave me again?
Disguised with a convincing smile
Like Springtime and I'm dying
Just to see you again
My haunted sheets are laughing
As I sleep away a memory
I once loved of you and me,
But now it's just me again
but that's alright
Cause I'm a loner
And I'm never alone
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Just a quick fix to rest my mind of all this shit
Cada pessoa que eu amo que se vai leva um pedaço de mim.
E deixa um rombo.
Quando eu menos espero, mais um se vai.
Por vontade própria ou levado pela morte.
Não quero me acostumar a isso.
Não quero temer me relacionar por ter medo de que a pessoa parta.
Não quero me relacionar superficialmente.
Não quero não esperar nada do mundo ou das pessoas, quando eles têm tanto a dar.
Quero amar de novo.
Quero não mais matar novos amores sufocados no nascimento.
Quero não temer novos amigos e nem me afastar dos que já tenho.
Quero alternativas.
"I just need a taste of something sweet, something that stains my teeth." ("Honestly", Young Lights)
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Reconstituição aproximada (e comentada) de um diálogo:
– Não precisa dizer nada, mas eu só queria falar com alguém que hoje estou muito triste. (Realmente ele não precisava dizer nada)
– Então fale sobre isso. (Como se fosse fácil, pensei)
– Eu não tenho ninguém com quem falar. (Estou falando com você, poxa! – pensei novamente)
– Então escreva sobre isso. (O mesmo conselho de tempos atrás, dado por outros. Seria melhor se ele realmente não tivesse dito nada, se colocasse só um emoticon tristinho, se fizesse um dos seus comentários perspicazes para me distrair e mudar de assunto ou um daqueles comentários loucos e sem nexo que se parecem com os meus. Seria mesmo melhor? Nunca foi sobre aconselhar, mas somente sobre ouvir. Era um desabafo)
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Nem escrever eu consigo.
Não é que eu não tenha o que falar.
Eu não tenho é a coragem para botar tudo isso pra fora.
Dói.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Sem título
Hoje foi mais um daqueles dias estranhos.
Coisas que não consigo nem escrever.
Coisas que se sentem. E só.
Coisas que as palavras não traduzem.
Contive as lágrimas. Tá certo, algumas duas saltaram sem a minha permissão, mas ninguém percebeu a vermelhidão do nariz e o batalhão líquido que viria depois pelos meus olhos foi estancado com sucesso. Mas o jorro interior não é possível estancar. Esse jorra vermelho. Jorra frenética e alucinadamente.
Não precisa de amor pra ter saudade. Creio que não tenho mais nada daquele, mas esta, ah! esta, está me afogando e inundando de sensações que não consigo descrever. Sei sentir. E só. E sinto. Muito.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Licença poética
Brincadeira que fiz com o poema "Palavras para serem usadas", do livro Amiudar, de Marcelo Diniz Silveira, o poeta da capital (cidade sem mar).
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Ontem
Ontem foi um dia vazio. Estranho. Nublado. Sem graça. Pensei em você e confirmei novamente que é muito bom estar viva. Agradeci a Deus por ser tão generoso comigo. E o dia continuou vazio, mas meu coração se encheu de felicidade.
terça-feira, 15 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Oceano Atlântico - Ilha Escalvada
Eu achava que as coisas não tinham graça longe de você. Mas foi no fundo do mar que realmente me dei conta de que os melhores momentos da minha vida tenho vivido depois que você se foi. Acho que lá, com a sensação de gravidade zero, senti um pouco do que você dizia sentir quando falava que queria voar (assim como nos seus sonhos). Voa, meu querido. Pode voar. Eu encontrei outros motivos pra sonhar.
Constatação
O mundo é belo e as coisas têm, sim, graça sem você por perto. Eu vivo até bem longe você. E é bom saber disso.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Paco Rabanne
Adoro quando abraço homens perfumados e fico sentido o cheiro deles o dia todo. Mas nenhum desses cheiros, nem mesmo o Black XS que você passa e que eu tanto gosto, é melhor que o seu.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Estaca zero
Dia após dia
Após dia
Após dia
Vai melhorando
Vou aprendendo
Aí vem um sonho
Um único sonho
E volto ao começo
Volta a doer
Volto a lembrar
O que posso fazer?
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"Eu não sei quem você é, mas sonho com você todas as noites" (Filme Como se fosse a primeira vez).
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Adicta
Você é uma droga
E eu sou uma viciada
Em processo de recuperação
De desintoxicação
Abstinência
Sinto como se estivesse amarrada
Às vezes sedada
Quando consciente
Bate o desespero
E dá vontade de gritar
Pedir pra me soltarem
Pra eu ir pros seus braços
Dormir na sua cama
Sentir o seu cheiro
Mas aí eu me lembro
De que é pro meu bem
E engulo meu grito
Mas a vontade cresce aqui dentro
E eu me debato
E sinto as amarras me apertarem os pulsos
É então que peço a mordaça
E calo meu clamor por uma liberdade burra que só me maltrata
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Tá bem então
que pode chegar
e jogar a culpa
das suas fraquezas
dos seus erros
das suas burradas
nas minhas costas
fique sabendo
que sim, você pode
Se fui burra
Se fui fria
Se não fui amiga
Aceito a culpa
Recoheço o erro
Mas quem traiu não fui eu
Aceito o título
que reflete dos meus atos
que você despeja em mim
nesta altura do campeonato
mas boto um espelho
no seu rosto:
quem reflete cafajestagem
mentira
e
culpa
não sou eu.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Liberdade cerceada
Pelo menos agora posso cantar "Cinema Americano" e falar com a boca cheia que "pra ser bom de cama é preciso muito mais do que um pau grande" sem medo de estar utilizando "palavreado inadequado" e sofrer retaliações por isso.
Ainda Lembro
Ainda lembro o que passou
Eu, você, em qualquer lugar
Dizendo
"Aonde você for eu vou"
E quando eu perguntei
Ouvi você dizer
Que eu era tudo
O que você sempre quis
Mesmo triste eu tava feliz
E acabei acreditando
Em ilusões
Eu nem pensava em ter
Que esquecer você
Agora vem você dizer:
"Amor, eu errei com você
E só assim pude entender
Que o grande mal que eu fiz
Foi a mim mesmo"
Vem você dizer
"Amor, eu não pude evitar"
E eu te dizendo
"Liga o som
E apaga a luz"
Ainda lembro o que passou
Eu, você, em qualquer lugar
Dizendo
"Aonde você for eu vou"
E quando eu perguntei
Ouvi você dizer
Que eu era tudo
O que você sempre quis
Mesmo triste eu tava feliz
E acabei acreditando
Em ilusões
Eu nem pensava em ter
Que esquecer você
Agora vem você dizer
"Amor, eu errei com você
E só assim pude entender
Que o grande mal que eu fiz
Foi a mim mesmo"
Vem você dizer:
"Amor, eu não pude evitar"
E eu te dizendo
"Liga o som
E apaga a luz"
Ainda lembro o que passou
Ainda lembro como era bom
Ainda lembro, inda lembro
Ainda lembro, inda lembro
Ainda lembro
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
"Considerações felizes e radiantes"
Já são quase 23:00 e ainda não derramei uma lágrima sequer.
Esta pode ser uma consideração feliz e radiante (e esporádica), como me foi solicitado.
PS: estou, como sempre, segurando todas elas, para, mais tarde, entregá-las ao meu travesseiro.
Uma última previsão
Um café, uma vida
Mas e quando o café dura quase uma vida (e acaba de repente)?
Preparei uma vida. Mas era um café. Quase uma vida de café. Quase dez anos de uma vida.
Agora bebo uma vida fria com gosto de café de ontem.
Será que passa?
Na adolescência costumava escrever. Poemas.
De repente......
SILÊNCIO.
Ultimamente, tenho ouvido que preciso voltar a escrever. Mas não é pelo meu suposto talento. Ninguém lia meus textos. É por libertação.
Dizem que escrever vai me ajudar.
Até ganhei um "kit desabafo", mas a carinha daquele filhote de buldogue da capa do caderno me incomoda profundamente. Ele tem os mesmos olhos tristes que vejo quando olho no espelho.


